quarta-feira, 21 de outubro de 2009

vida embolada


Vida Embolada.
vida embolada
embolada vida
na embolada
vida embolou
desembolando
essa minha vida
é o meu caminho
é nesse vou que vou

peço licença
pra sair e pra chegar
vou para qualquer lugar
que eu dê para ficar
que eu ganhe um pouco
desse pouco que sobrou
daquele pouco que é oco
pra eu poder me alimentar

vou caminhando
e vou vendo nesse mundo
que o pouco é pra muito
e que o muito em pouco tá
na repartida:
é muito pra pouca panela
e muita panela com pouco pra se virá

se o meu caminho
não foi feito e não tá pronto
entrei no time
que não tem nada pra dá
não tenho casa, nem dinheiro,nem comida
como não pode minha vida embolá

quem não conhece
vai ficar sabendo agora
que a vida me toda hora
nunca foi pra embolá
mas se o caminho fez uma grande embolada
eu sei quem pode fazer desembolá

só Jesus Cristo é quem faz desembolá.

(Mazinho)

terça-feira, 6 de outubro de 2009

VIDA CRISTÃ


Como podemos dizer que alguém está pecando, se Jesus disse que não devemos julgar os outros?

Examinando cuidadosamente esse mandamento de Cristo, “não julgue, ou você também será julgado” (Mateus 7:1), temos que levar em conta que logo em seguida Ele indica o significado desse mandamento.

Ele disse, “Hipócrita, tira primeiro o pedaço de madeira do teu olho, e então cuidarás em tirar o cisco do olho do teu irmão”. (Mateus 7:5).

Jesus simplesmente estava dizendo que nós não deveríamos buscar corrigir uma pessoa quando nós somos culpados da mesma transgressão ou de outra ofensa.

Nós precisamos lidar primeiro com nosso próprio pecado, e então nós podemos ajudar outra pessoa a lidar com o dela. Jesus nunca quis que os discípulos colocassem de lado todo o exercício de discernimento ou julgamento.

Depois, na mesma mensagem Jesus disse, “Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.

Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis”.(Mateus 7:15-20). Nós podemos e devemos exercitar o discernimento que Deus nos deu sobre nossas palavras e ações. Deus conhece os motivos e a intenção do coração de uma pessoa.

Também é importante considerar o modo como buscamos corrigir outra pessoa. Até mesmo se nós não formos culpados da mesma ofensa, nós já fomos suficientemente culpados de outras ofensas.

Nós precisamos julgar ou corrigir outra pessoa em um espírito de amor, compaixão, e humildade. A Bíblia diz, “IRMÃOS, se algum homem chegar a ser surpreendido em alguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado. Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo”.(Gálatas 6:1-2).

Podemos indicar os pecados de uma certa pessoa, porém precisamos olhar primeiro para nossos pecados e quando formos alertar alguém sobre seus pecados precisamos fazer isso particularmente, nunca com outras pessoas presentes ou espalhar para os outros o pecado cometido por tal pessoa.

Se você percebe que seu amigo está pecando e não está se dando conta disso, converse com ele francamente, como um amigo, somente com o intuito de ajudá-lo, e não desmoralizá-lo, quem sabe no meio dessa conversa ele não lhe fale também a respeito de alguns dos seus pecados.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

GALOPE A BEIRA MAR – NOVO TESTAMENTO

Autor: Fernando Paixão

Eu lembro que o povo lá da Galiléia
No tempo passado esperava o Messias
Até que cessou a contagem dos dias
Surgindo do meio da classe plebéia
Um jovem pregando pra sua platéia
Dizendo que as coisas precisam mudar
E chama discípulos pra lhe ajudar
Convidando gente do campo e da praça
Chamou pescadores que viu na barcaça
Cantando galope na beira do mar.


Tudo começou quando na Palestina
O povo amargava uma forte opressão
Sofrendo sonhava por libertação
E de Nazaré uma jovem menina
Tão doce, inocente, pura e pequenina
Um anjo aparece pra lhe avisar
Que seu ventre puro iria gerar
Um filho que ia ser grande poeta
Salvador e santo, pastor e profeta
Cantando galope na beira do mar.


A jovem assustada prostrou-se no chão
Dizendo que aquilo não era possível
Mas a pulsação do seu peito sensível
Qual jovem criança quase sem razão
Dizendo pro anjo: não tenho varão
Por isso não posso esse filho gerar
Mas, faça-se em mim o que Deus desejar
Pra Deus quero ser uma serva fiel
Cantando louvores ao Deus de Israel
Nos dez de galope na beira do mar.


O tempo passou e o povo escutava
A voz que clamava no alto deserto
Pra cima, pra baixo, pra longe e pra perto
Soava essa voz que o profeta pregava
Nas águas do rio também batizava
Pedindo ao povo pra se preparar:
Que nosso Messias não tarda a chegar
- Batizo com água começando o jogo
Mas ele batiza com Espírito e com fogo
Cantando galope na beira do mar.


Jesus aparece para João Batista
Mergulha nas águas do Rio Jordão
Quando se batiza tem uma visão
Narrada no livro do Evangelista
O céu se abrindo diante da vista
Palavra serena ele ouve no ar
O Espírito Santo vem sobrevoar
Jesus nessa hora se faz consciente
Que ele é o Filho do Onipotente
Cantando galope na beira do mar.


E para o deserto ele foi conduzido
A soma dos dias contava quarenta
Jesus persevera, se esforça e enfrenta
Todo pesadelo por ele sofrido
Escuta uma voz lhe falando no ouvido
Eu tenho poderes pra lhe ofertar
Porém Jesus Cristo se fez superar
Não foi seduzido por seu inimigo
Com a força de Deus se livrou do perigo
Cantando galope na beira do mar.


E assim começou para o pobre e pequeno
Feliz despontar de uma nova bonança
Porque nessa hora a finada esperança
Já ressuscitava em Jesus Nazareno
Aquele rapaz com aspecto sereno
Com plenos poderes se pôs a pregar
Chamando os pequenos para celebrar
Seu Reino de paz, de justiça e igualdade
Um Reino onde impera somente a verdade
Nos dez de galope na beira do mar.


A sua mensagem não foi escutada
Por gente importante da sua nação
Porém encantando toda multidão
A boa semente da paz foi plantada
Mas foi o Sinédrio que armou a cilada
Dizendo: esse homem nós vamos calar
Prenderam, julgaram para o condenar
A morte cruel duma cruz amargou
No terceiro dia ele ressuscitou
Cantando galope na beira do mar.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

batuque na praça

Dando uma volta na cidade de BH para comprar algumas lembranças e ao sentar em uma praça pra dar uma relaxada e conversar um pouco, pintou um coroa do nada e pediu pra acompanhar o batuque, foi bem legal a turma achou massa!