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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Diversidade para a glória de Deus




Diversidade para a glória de Deus

A música cristã contemporânea é rica e eficiente, mas não pode tomar o lugar de outros estilos usados na adoração.

Por Christianity Today

Perto do fim dos anos 1970, um novo gênero musical começou a ganhar corpo ao redor do mundo. Era a música cristãcontemporânea (MCC), na verdade uma mistura de estilos eritmos que tinham em comum a temática cristã. Surgida nadécada anterior, na esteira do Jesus Movement (vertenteevangélica da expressão hippie, ou seja, uma contracultura dentroda contracultura), a MCC logo quebrou paradigmas. Ritmos atéentão considerado profanos pelos crentes, como o rock, o soul, o country e mesmo o funk, um pouco mais tarde, caíram no gostodos ouvintes e das gravadoras do segmento cristão. Hoje, não só nosEstados Unidos, mas em países como Austrália, Méxixo,

Canadá e Brasil, artistas da MCC vendem milhões de álbuns, aparecem nasparadas de sucesso seculares e dão grande visibilidade ao chamado segmento gospel.

Para compreender o que é a música cristã contemporânea, é preciso olhar somente a música – e não as letras – por meio de um microscópio. Isso porque as letras, quase sempre, carregam elementos explícitos da fé cristã, da Palavra de Deus e do modo de vida evangélico. Verdade é que o trabalho de alguns artistas de proa da MCC, como os americanos Amy Grant e Michael W.Smith, inclui composições extremamente românticas, que tanto poderiam ser cantadas para Jesus como para a pessoa amada. No entanto, a ênfase desse tipo de música é sempre constante nos conteúdos bíblicos e expressões características do povo de Deus. Muito embora a maioria das pessoas a denomine como MCC ou “música de adoração” – ou apenas “adoração” –, ela é, antes de tudo, um subgênero da música popular americana e tem se infiltrado nasociedade desde então. Esta música pop relativamente recente, com suas ramificações quase infinitas, incluindo-se gêneros comosoft rock, hard rock, punk rock, alternativo, contemporâneo adulto, rhythm and blues, hip-hop e assim por diante, constitui um modelo constante para a MCC e uns poucos artistas do gênerotêm sido inovadores musicais por sua própria capacidade e criatividade.

Praticamente, toda música pop/MCC exibe três características musicais próprias, que não estão presentes nas tradicionais canções protestantes, como hinos e canto coral. Uma delas é a sincopação consistente. Trata-se de uma nota musical emitida em um tempo fraco e continuada em um tempo forte em, virtualmente, cada pauta da música. Frequentemente, o que ocorre é um complexo desses ritmos. Tal sincopação teve sua origem na música africana, sendo levada para os Estados Unidos entre os séculos 17 e 18. Outro traço marcante é a presença de uma constante batida de rock. Isso inclui colocar tonalidade na segunda e quarta batidas de umamedida em um tempo quaternário, o que constitui outra sutil sincopação. Por fim, a MCC, desde seu início, caracterizou-se por um estilo vocal agradável – o chamado back vocal, quase onipresente nos cultos e shows gospel.

As características musicais adicionais igualmente comuns, embora não encontradas em todas as canções, incluem uma boa paleta de acordes, a presença de uma guitarra executando acordes de apoio, um baixo elétrico executado em padrão rítmico complementar ao da bateria e muitos solos instrumentais improvisados e padrões substitutivos. Novamente, é notável quenenhuma dessas características musicais seja encontrada, de modo consistente, na música da igreja tradicional ou sinfônica. A única exceção seria certos tipos de modalidades presentes em obras clássicas britânicas do século 20. Em outras palavras, se um grupo tocasse o clássico Castelo forte e, em seguida, executasse umacanção como Aqui estou para adorar, ainda que com os mesmos músicos e vocalistas, estaria utilizando duas linguagens musicais distintas. A MCC não é meramente um desenvolvimento de estiloda música religiosa do passado, como a mudança nos estilos da arte renascentista para a barroca. Ao invés disso, constitui umaruptura radical com o passado, sendo passível de comparação com a diferença entre uma catedral e um arranha-céu.



EXPRESSÃO EMOCIONAL

Inúmeros argumentos têm justificado a inclusão, e mesmo o domínio, da MCC nas igrejas de nossos dias. Ela é idêntica, em estilo e instrumentação, à música popular que cada membro ou visitante ouve, constantemente, nas rádios, lojas e anúncios da televisão, bem como nas trilhas sonoras de muitos filmes. Quando a música cristã contemporânea é executada ao vivo, especialmente com os efeitos de luz, cenários, amplificadores potentes e assim por diante, ela é capaz de evocar frenesi semelhante ao de um show de música pop secular. O estilo também inclui uma rica expressão emocional que pode explicar o domínio alcançado na adoração, fato não observado em outros gêneros, como o jazz e o swing, em suas respectivas décadas de popularidade. Por conseguinte, aquela geração tendeu a voltar-se para compositores clássicos como referência para músicas cerimonialistas, patrióticas e, em especial, de adoração. Em outras palavras, eles dançavam ao som de Glenn Miller, no sábado à noite, para adorar, na manhã seguinte, através da música de coral clássica, da música de tributo de Copland, dos hinos tradicionais e obras de Johan Sebastian Bach, como prelúdios para órgão, porque este tipo de música satisfazia suas necessidades emocionais mais que os estilos populares de sua época.

Eles provaram que o pop era capaz de expressar uma enorme gama de emoções e que podia ser executado sem o acompanhamento de uma orquestra completa. Alguns denominariam tais canções como clássicos menores e a melhor delas poderia mesmo ser comparada com o gênero piano/vocal na música clássica, conhecido como “canção de arte”. Quando, no princípio dos anos 80, foram lançados álbuns de MCC, como o extremamente popular Age to age, de Amy Grant, (que inclui o arranjo de uma fuga de Bach como introdução a uma canção), o subgênero uniu-se à corrente principal, caracterizando uma poderosa força artística. Então, uma serie de artistas foram capazes de falar a toda uma geração de cristãos em sua própria linguagem, em vozes que variavam do berro ao sussurro.

Se a sociedade contemporânea for capaz de permitir a substituição, por completo, de todos os demais estilos musicais pela música pop, seria possível concluir que o mesmo poderia ser feito pelas igrejas. Afinal, se a congregação ouve apenas esse estilo de música durante toda a semana, por que a igreja deveria fornecer algo diferente aos domingos, acrescida, claro, de letras cristãs significativas? No entanto, a verdade é que nem a cultura americana, nem a cultura de outras nações onde o pop ascendeu à posição de música de massa, eliminaram os outros estilos. O competidor mais óbvio é a música das trilhas sonoras dos filmes, um compêndio tanto de elementos clássicos quanto populares. Embora muitas partituras de filmes incluam sons instrumentais, feitos famosos pelo pop, a maioria das trilhas sonoras também inclui segmentos executados por orquestras profissionais. Embora a execução de canções pop durante uma cena de ação seja comum, poucos filmes de sucesso utilizam exclusivamente esta técnica. Por vezes, há uma profundidade de expressão emocional para a qual a música sinfônica é mais apropriada que uma canção pop. Igualmente, as séries de televisão, documentários e até mesmo jogos eletrônicos favorecem essa alternativa.



TALENTO E TRADIÇÃO

A produção de um expoente compositor clássico, normalmente, inclui formas muito variadas, em adição à suas obras mais famosas. Johannes Brahms, por exemplo, escreveu inúmeras canções, porém igualmente compôs diversas peças de coral para a igreja, sem mencionar quatro sinfonias e outras obras extensas. Bach fez o arranjo de centenas de hinos, que podem ser comparados às canções cristãs contemporâneas de nossos dias, bem como escreveu obras para coral, piano e orquestra de variadas extensões, muitas das quais eram executadas nos serviços religiosos. Toda essa diversidade serve para mostrar que nenhum gênero musical – nem mesmo a MCC, considerada por tanta gente hoje como hegemônica no cenário de louvor e adoração – é único na preferência dos ouvintes. E, certamente, o gospel não é o único tipo de música que os crentes ouvem ou até mesmo apreciam entre um culto dominical e outro.

Dessa forma, a liderança da igreja atual detém a responsabilidade de edificar a sua respectiva congregação, apresentando tanto peças curtas quanto mais longas, em estilos variados, de diferentes épocas e para combinações de instrumentos distintas. Não será esta a melhor maneira de “preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado”, conforme recomenda Efésios 4.12?As canções contemporâneas de adoração cristã são, em geral, belas, emocionantes e inspirativas. Porém, ignorar todos os outros tipos de música devocional é sério um equívoco. Tal prática não apenas privará os jovens fiéis de conhecerem hinos e músicas sacras que consolidaram a fé de seus antepassados como poderá também produzir neles um senso artístico subdesenvolvido. Igualmente, isso dificulta o acesso e a função dos jovens em uma cultura que ainda valoriza o desenvolvimento intelectual e a arte da música em todos os seus estilos. Dessa forma, o crente dos dias de hoje verá a si mesmo como parte de uma estimulante e relativamente nova forma de arte – porém, respeitará o talento genuíno e o êxito, presentes em muitos outros estilos de música, criados para a glória de Deus. (Tradução: Fernando Cristófalo)



Lawrence Mumford é professor de composição no Conservatório de Música da Universidade Biola, em La Mirada, bem como na Faculdade Cristã de Providence, em Pasadena, ambas no estado americano da Califórnia (EUA)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

AMART na inauguração da Cristolândia Recife

Nasce mais um centro de amparo a dependentes químicos: a Missão Batista Cristolândia de Recife (PE). O projeto, que se propõe a cuidar das vidas que estão se perdendo nas drogas da capital pernambucana, foi inaugurado no dia 16 de dezembro, contando com a presença de cerca de 450 pessoas, entre parceiros, líderes da denominação, um representante da Comissão Antidrogas do Estado - vereador André Ferreira, e um membro do Congresso Nacional - o deputado federal Anderson Ferreira.


Louvores, apresentações de dança, palavras de gratidão a Deus e testemunhos marcaram o culto de inauguração da Cristolândia Recife. Entre os que participaram da programação, destaque para o coral formado por ex-dependentes químicos, com oito novos integrantes, frutos do trabalho dos voluntários do projeto Radical Brasil, que dão suporte à missão.

Para os que presenciaram a noite de celebração, ficou a sensação de que a igreja está finalmente funcionando de maneira relevante. "Não há nada melhor quando a igreja funciona da maneira certa. Aqui está a maneira certa de ser igreja, Corpo de Cristo vivo e atuante no mundo", comentou o pr. Joel Bezerra, presidente da Convenção Batista de Pernambuco. Suas palavras também expressaram a gratidão a Deus pela iniciativa de Missões Nacionais de incentivar a Igreja a ser "o hospital que cura os feridos e marcados da cidade".

Na ocasião, durante o período da mensagem, o pr. Eber Mesquita, Gerente de Missões para o Nordeste, analisou o evangelho de Lucas 8.39, enfatizando a essência da Cristolândia, que promove o retorno do relacionamento do homem com Deus, do homem para consigo mesmo e com o próximo. Vale à pena refletir no trecho bíblico: "Torna para tua casa, e conta quão grandes coisas te fez Deus. E ele foi apregoando por toda a cidade quão grandes coisas Jesus lhe tinha feito."

A Missão Batista Cristolândia está localizada à Rua Barão de São Borja, 89 a - Boa Vista - Recife (PE). Além dos radicais, o projeto está de portas abertas para o apoio dos batistas próximos à região.


terça-feira, 3 de janeiro de 2012

PAI

Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia dá-nos hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas , assim como nós temos perdoado aos nossos devedores; e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal, pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém! Mt 6.9-13

Ao ETERNO nos dirigimos na pessoa do PAI, em nome do FILHO, sob a intercessão do ESPIRITO SANTO.

Como o ETERNO nos predestinou para ele, para que, por meio do Cristo, fossemos adotados como seus filhos, (Ef 1.5) conclui-se que o ETERNO sempre desejou um relacionamento paternal com os seres humanos.

Entre nós e a paternidade do ETERNO havia a transgressão, que o sacrifício no templo solucionava temporariamente. Quem de fato deveria morrer era o pecador. Mas, com a morte do pecador a quem a paternidade abraçaria? A menos que fosse possível a alguém morrer como pecador, porém, continuar existir como ser humano.

Ao ensinar aos seus alunos a chamar o ETERNO de PAI, JESUS anunciava que haveria de solucionar a questão que impedia o ETERNO de nos adotar, por isso nos ensina a orar, ou seja a entrar no lugar santíssimo, sem nenhuma mediação humana.

Meditação: Orar é entrar na presença do ETERNO, no lugar santíssimo, graças a JESUS, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Oração: PAI, te sou grato pela paternidade que estendeste a mim, e por saber que desde tempo imemoriais me quiseste como filho. Em nome de JESUS, amém!


http://ariovaldoramosblog.blogspot.com

terça-feira, 6 de setembro de 2011

EVANGELHO COM CONSCIÊNCIA (Cabeça de Papel)


“Marcha soldado cabeça de papel quem não marchar direito vai preso no quartel...” Já cantei bastante esta canção quando era criança e hoje gostaria que você refletisse comigo nesta canção tão ingênua de criança. Somos estes soldados marchando no Caminho (que é Cristo) com Verdade e Vida abundante em nós. O que você está escrevendo nessa sua cabeça de papel, ou o que estão escrevendo nesta sua cabeça de papel?
“Guarda os meus mandamentos, e vive; e a minha lei, como a menina dos teus olhos. Ata-os aos teus dedos, escreve-os na tábua do teu coração”. (Provérbios 7:2,3)

“Aquele que tem os meus mandamentos, e os guarda, esse é o que me ama; e, aquele que me ama, será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele”.
(João 14:21)

Destaquei alguns trechos destes versículos para chamar sua atenção para guardar e viver os mandamentos escrevendo em nossos corações (na nossa mente, a nossa cabeça de papel), sabendo que isso é a prova que amamos o Senhor Jesus. O Jesus que você aprendeu, ou vem aprendendo na igreja é o mesmo falado no Evangelho? Em muitas igrejas falam de um Jesus tirano, ditador que sempre castiga e que por qualquer coisa nos expulsa do céu, porém o Evangelho nos mostra outra coisa, vemos nas Escrituras (Bíblia) um Jesus que nos ama como somos e não como deveríamos ser.
Dia a dia ouvimos pássaros a cantar, pessoas a falar, carros com suas buzinas, cachorros latindo, porém nestes ruídos que a vida faz existem vozes mudas que falam nos conduzem para o bem ou para o mal. Ler o Evangelho, cantar os salmos sem escrever na nossa cabeça de papel para marchar direito praticando o bem e avançando nesta caminhada para não ser preso pelas angustias, pelo individualismo por nos acharmos super santos. Além de uma leitura diária do Evangelho é preciso ter uma jornada com o Cristo do Evangelho, ou seja, é preciso ter um caminhar diário com Jesus. Ler, guardar (escrever na cabeça de papel) e viver, a prova que amamos o Senhor é viver o que lemos e guardamos. O próprio Evangelho diz que a boca fala o que está cheio o coração. O que me enche é o que manifesto, minhas atitudes são influenciadas pelas coisas que estão em mim.
Se cremos num Jesus diferente do Evangelho, estamos crendo em qualquer outra pessoa e colocando o apelido de Jesus. O que Jesus nos ensinou nos Evangelhos não foi para ficar escrito e ser esquecido com o passar do tempo, ou para ser falado como poesia sem manifestar o caráter de Cristo. Quando valorizamos algo, alguém ou alguma coisa queremos ficar perto para demonstrar que valorizamos. Conheço umas pessoas que não gostam de ler, porém estão cursando direito um curso que existe tanta leitura e mesmo sem gostar de ler, eles lêem, porque valorizam o curso. Se não estamos lendo o Evangelho é porque não o valorizamos. “Para onde iremos se só tu tens as palavras de vida eterna”, essa indagação de Pedro a Jesus traz uma afirmação “só tu tens as palavras de vida eterna” o Evangelho fala do Verbo, ou seja, fala da Palavra de Deus (Jesus [João 1:1]). Se quero viver eternamente, então preciso não apenas ler, mas viver esse Evangelho manifestando o tempo todo essa Palavra de Deus que é a Boa Notícia e fazer o que o Renato Russo disse em uma de suas canções: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar na verdade não há”. O amanhã de fato não existe o que existe é o agora, então vamos amar, manifestar Cristo para esta sociedade tão perversa.
Portanto, meus amigos, vamos escrever na nossa cabeça de papel o Evangelho de Cristo para guardar suas palavras como nosso maior tesouro e ao mesmo tempo mostrar ao mundo que o tesouro que está em nós também é para ser dividido com outros. Vamos seguir essa caminhada com a nossa cabeça de papel escrita palavras de Jesus com tinta de sangue para sempre nos lembrarmos do tão grande amor do Senhor por cada um de nós lá naquela cruz. Vivamos uma jornada com o Jesus do Evangelho e não com algo que dizemos ser Jesus. Já que fomos alcançados por este amor, então alcancemos outros pelo amor também.

Nele que nos convida a ler, guardar e viver Ele mesmo em amor.
Daniel Lima
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Mantidos pela Graça...
Conectados pela Causa...
Chamados para uma Missão...
Marcados pelo Amor...
Que assim seja nosso caminhar!

http://evangelhocomconsciencia.blogspot.com/2011/09/cabeca-de-papel.html