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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

IDENTIDADE CRISTÃ


“Quem é você?” Já ouviu esta pergunta? Você precisou identificar-se. Então você pode falar o que faz, onde mora, quem são seus pais. Se você cuida de alguma criança, certamente já lhe ensinou a responder a estas perguntas: “Quem é você?” “Qual o nome de seus pais?”

Você tem uma identidade na receita federal ou no INSS. Esta identidade lhe permite ter atendimento e ser reconhecido com alguém neste mundo.

Qual é a sua identidade espiritual? Em meio a tantas influências espirituais, a tantas disputas religiosas, você precisa Ter muito claro para você, a sua identidade espiritual. Isso vai além de dizer qual grupo religioso você freqüenta. Sua identidade espiritual é a guardiã de seus valores morais, humanos.

Jesus deixa muito claro para aqueles que o seguem, qual é a característica fundamental de sua identidade, da identidade de seus discípulos. Ele diz “Se vocês permanecerem firmes na minha Palavra, verdadeiramente serão meus discípulos” (Jo 8:31). A identidade do cristão está no valor que ele dá a Palavra do Senhor Jesus. A igreja, os rituais são aspectos secundários, porque são moldados pela palavra de Jesus. Até mesmo a tradição religiosa e cristianizada é aferida pela Palavra de Jesus.

Hoje, muitas pessoas podem se dizer cristãs por todas as boas intenções e práticas religiosas inseridas em sua vida, mas Jesus mesmo diz que é seu discípulo, tem identidade cristã, quem permanece firmemente comprometido com o que Ele diz, com o que Ele é e com o que ele faz. Você percebe a diferença? Jesus disse: “Se alguém me ama, obedecerá à minha palavra. Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos nele morada” (Jo 14:23). A identidade cristã consiste nessa intimidade com Deus pelo amor ao Senhor Jesus segundo sua palavra.

É dessa identidade que seu coração precisa.

Fonte: http://www.umbet.org.br

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A cruz como símbolo do sacrifício



Hoje em dia usa-se com orgulho uma cruzinha delicada, se possível de ouro, como enfeite e adorno pendurado no pescoço. Quem o faz, poderia usá-la com alegria, se debaixo da cruzinha batesse um coração em que Jesus habita. Em certos lugares, cruzes artisticamente moldadas são usadas como decoração. Mas, quem lembra atualmente que esse símbolo foi instrumento de tortura e execução? Só os piores criminosos condenados à morte eram dependurados ou pregados em uma cruz, como alerta e sinal de sua rejeição. Ela também lembra da crueldade humana. Poucos dos que usam cruzes como adorno se lembram do pavor desse tipo de pena de morte. Deus diz em Deuteronômio 21.23: "O seu cadáver não permanecerá no madeiro durante a noite, mas, certamente, o enterrarás no mesmo dia; porquanto o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus; assim, não contaminarás a terra que o Senhor, teu Deus, te dá em herança." Gálatas 3.13 repete: "Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro." A cruz é símbolo de maldição? Sim, é o que diz a Sagrada Escritura. Mas devemos observar todo o texto de Gálatas 3.13, pois a cruz é também símbolo de salvação: "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)." Gravemos profundamente em nossos corações: Jesus levou voluntariamente sobre Si na cruz a maldição do pecado, que deveria cair sobre nós. Lá, onde nós deveríamos estar dependurados, Jesus esteve em nosso lugar, pagando o preço da nossa salvação. Assim fomos libertos da maldição. Em 1 Pedro 2.24 lemos o mesmo com as seguintes palavras: "Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados." Mas Ele não o fez apenas simbolicamente, Ele o fez de maneira real. Ele o fez por todas as pessoas, para que ninguém tivesse de se perder, a não ser quem rejeitar essa oferta. Jesus teve de fazer esse sacrifício porque todos os incontáveis sacrifícios de animais na Antiga Aliança não podiam tirar os pecados, mas apenas cobri-los. Já que a expiação de nossa culpa exigiu um preço tão elevado, nunca conseguiremos levar o pecado suficientemente a sério, realmente temos de odiá-lo e evitá-lo! Jesus, com Seu sacrifício no madeiro maldito, cumpriu o que havia prometido: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo 10.11).

sexta-feira, 5 de junho de 2009

BORA POVO!!!

`` A vioLência contra a mulher não é um fenomeno novo, sempre existiu...´´

MARIANA KARILENA.
violência contra a mulher e a lei Maria da Penha.



É nitido a grande resistência ao crescimento da presença feminina em nossa sociedade,como tambêm a forte onda de violência contra as mulheres. este tema tem ocupado um grande espaço para discursão em nosso meio. E para entendermos melhor este assunto, convidamos para o bora povo Mariana Karilena, estudante de Jornalismo e Integrante do Coletivo de Jovens Feministas desde 2005. A entrevista que segue desafia a todos juntos desconstruir este grave ciclo de violência em nosso meio, e vamos nós!!!







1- Você participou de uma ação que produziu um vídeo sobre a lei Maria da Penha, com o objetivo de desmistificar e esclarecer o tema da violência contra a mulher. Como foi este projeto? e o que te levou a este caminho?


O projeto foi “O impacto da Lei Maria da Penha na vida das jovens mulheres periféricas da Região Metropolitana de Recife”, este vídeo foi desenvolvido pelo o grupo no qual faço parte o Coletivo de Jovens Feministas, o vídeo foi apoiado pelo Fundo Ângela Borba do Rio de Janeiro. Este projeto teve como mote um dossiê produzido pelo Observatório de Violência contra a Mulher, onde foram elencados os cinco bairros tidos como os mais violentos com relação a violência contra a mulher, foram eles, Ibura, Iputinga, Casa Amarela, Nova Descoberta e Santo Amaro. Visitamos esses bairros pegando os depoimentos das pessoas com relação ao impacto da Lei Maria da Penha. O resultado foi o vídeo com uma duração de 25 minutos, como desdobramento desta produção foram aplicadas oficinas nas cincos escolas Municipais localizadas nos cinco bairros elencados, exceto em Santo Amaro, pois o critério para as oficinas eram em escolas da 5° a 8° Série do Ensino Fundamental II. Foram as Escolas Municipais: Cícero Franklin (Ibura), Costa Porto (Coque), Poeta Joaquim Cardoso (Nova Descoberta), João XIII (Iputinga).

O que me levou, não só a mim, mas a todo o Coletivo de Jovens Feministas foi de fato a problemática da Violência contra a Mulher e a vontade desmistificar este tema, tendo como gancho a Lei Maria da Penha, pois esta temática é uma bandeira de luta dentro do Movimento Feminista.





2- É nítido o crescimento da violência contra a mulher a cada ano que passa. O que causa tudo isso na sua opinião? Porque as mulheres são vítimas?



Na realidade a violência contra a mulher não um fenômeno novo, sempre existiu, mas as discussões saíram do campo privado, ou seja, de dentro das casas e se tornaram público, graças também ao movimento feminista. Não existe uma causa palpável, o que existe é uma desigualdade de gênero dentro da sociedade, são normas sociais onde a mulher ocupa um lugar muito mais inferior ao do homem dentro da sociedade. Por esta desigualdade estabelecida dentro do nosso processo cultural, faz com que a violência se legitime principalmente dentro do campo privado.







3- Pernambuco é ainda o estado mais violento contra as mulheres? Quais são os dados atuais desta violência em nosso estado?



Segundo o dossiê o Estado onde se matam mais mulheres é Espírito Santo, mas outros fatores influenciam, pois nem sempre os homicídios acontecem na passionalidade, ou seja, quando a vítima conhece o agressor. Atualmente cerca de 121 mulheres foram assassinadas em Pernambuco, segundo este blog: tanianienkotterrocha.blogspot.com.





4- Falamos de violência física, mas e a violência verbal e moral. Algo que acredito ser difícil de superar e praticamente impossível de se prevenir. Como lidar com isso?você não acha que a mulher é mais vitima neste tipo de violência?

De fato nós mulheres somos mais vítimas deste tipo de agressão e muitas vezes nem é cometida por um agressor real, pois a mídia no bombardeia o tempo todo colocando as mulheres em diversas situações humilhantes e até mesmo a “coisificando” (este termo é geralmente atribuído quando se veicula a imagem de mulheres a produtos) e isto sim são agressões verbais e morais.

Acredito que o Movimento Feminista seja um espaço autônomo onde as mulheres podem se fortalecer, pois o empoderamento de direitos e um Estado que garanta uma punição ao agressor poderá transformar esta situação de vulnerabilidade no qual ela se encontra.



5- Ainda sobre a questão da violência moral. O que é feito contra este tipo de violência? a lei Maria da Penha serve para este tipo de agressão?

A Lei Maria da Penha é um crime de gênero e não pune a agressão física a mulher, por exemplo, se ela se sentir ameaçada pelo agressor ela pode procurar a Delegacia da Mulher e dar entrada no Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e pedir o afastamento do agressor de sua residência ou até mesmo de sua casa. Caso a mulher já venha sendo agredida e ameaçada ela pode pedir uma Medida Protetiva, aonde vai a encaminhar a uma Casa Abrigo, aqui em Recife temos a Casa de Apoio Clarice Lispector e um Olinda o Centro Márcia Drangremond, além de uma outra casa cujo endereço não pode ser divulgado por uma medida de segurança das vítimas.



6- Claro que as mulheres são as principais vitimas nesta onda de violência, mas partindo para uma visão maior em relação a nossa sociedade , você concorda que todos perdem de uma forma direta e indireta?

Concordo plenamente, quando há violência principalmente dentro de casa a família toda sai perdendo. A violência é um fenômeno onde todos e todas saem perdendo. Precisamos pensar e desconstruir estes ciclos de violência para tentar juntos e juntas construirmos uma sociedade mais justa igualitária e longe de todas as formas de violência.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Raimundo Carrero.



Bora povo!!!

Mais uma entrevista pra contagiar as nossas vidas,o bora povo é isso, mostra o lado guerreiro e positivo do que consideramos de mais rico do nosso Brasil: "a sua gente".

Hoje nós vamos falar de literatura Brasileira. E é com um imenso prazer que postamos um trecho da entrevista que Raimundo Carrero concedeu a globo news. Raimundo é um caba danado de bom, que tem encantado o povo brasileiro com seus textos, um homem do sertão, que ainda não se acostumou com a rotina da cidade ( como ele mesmo afirma),um homem de coragem, que por opção resolveu fazer sua carreira em Recife, e revelar a gente aquilo que não confessa nem a sua própia alma.

Por isso vamos deixar de muito papo e ouvir Raimundo carrero. deixando já combinado pro nossos blogueiros que isso vai ser só o começo do que vamos postar sobre Raimundo, muita coisa vem por aí.

Boa entrevista a todos!!!






Como jornalista, trabalhou no rádio, televisão e jornal Diario de Pernambuco durante 25 anos, tendo exercido vários cargos, como os de crítico literário e editor nacional.

Foi assessor de imprensa da Fundação Joaquim Nabuco e da Universidade Federal de Pernambuco. Integrou o Conselho Municipal (Recife) de Cultura durante oito anos e o Movimento de Cultura Popular.

Até 1998, foi presidente da Fundação de Patrimônio Artístico e Histórico de Pernambuco (Fundarpe).

Em 11 de outubro de 2004, foi eleito para a cadeira 3 da Academia Pernambucana de Letras, tomando posse em 20 de janeiro de 2005.

Seu livro Somos pedras que se consomem foi incluído entre os dez melhores livros de 1995, escolhidos pelo jornal O Globo (RJ), e entre as dez melhores obras de ficção de 1995, selecionadas pelo Jornal do Brasil (RJ).

sábado, 21 de março de 2009

BORA POVO!!!

Vem aí mais uma novidade para o nosso blog: BORA POVO!!!

será um espaço para mostrar para os nossos blogueiros o que tem de melhor do nosso povo, ou seja, grandes entrevistas com gente que pensa, que cria e que faz o melhor do nosso País.

Por isso o BORA POVO está no ar. fiquem espertos para curtirem altas entrevistas com várias personalidades do nosso Brasil.

E pra começar vamos postar uma excelente entrevista com o Pr. Reidson Mesquita, que desenvolve um trabalho maravilhoso de grupos pequenos na Primeira Igreja Batista do Recife. foi um bate papo muito bom em uma tarde na sua sala, pena que não pudemos regristar toda a conversa, mas com certeza vai o melhor deste papo para vocês, sobre um assunto que consideramos fundamental para vida cristã: Discipulado.

Por isso para inaugurar o BORA POVO, a entrevista com o Pr. Reidson Mesquita.



1. Qual a importância para uma pessoa o envolvimento num grupo pequeno?
Uma definição de grupo pequeno: “Um grupo reduzido e limitado de pessoas que se reúnem semanalmente para...”. Dependendo da visão que a liderança da igreja tem pode ser direcionado para edificação de seus membros ou como uma ferramenta para evangelização. A ênfase está nos relacionamentos. Há tempo para compartilhar coisas pessoais, orar e compartilhar a Bíblia. É importante está num grupo pequeno para que haja integração. Não é de hoje que se diz: “o que importa é a qualidade e não quantidade”. Tenho aprendido que qualidade, saúde, gera quantidade. Se as pessoas estão integradas tem tudo para permanecer na igreja. É importante está num grupo pequeno para que haja intimidade. Jesus estava sempre cercado da multidão somente num grupo pequeno Ele pôde compartilhar as coisas que ouvia do próprio Deus. “Não chamo mais vocês de servo mais de amigos porque tudo que tenho ouvido do meu Pai lhes tornei conhecido”. João 15. 15 não havia restrição entre Jesus e os seus discípulos. É importante está num grupo pequeno para que haja identidade. Num mundo onde somos identificados muitas vezes por senhas, por números, temos a necessidade de sermos conhecidos pelo nome não queremos o tempo todo ser chamado de irmão. Ficamos felizes quando ouvimos o nosso nome. É importante está num grupo pequeno para que haja instrução na Palavra. Em Atos dos Apóstolos a igreja se reunia para se dedicar ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. At. 2. 42. É importante está num grupo pequeno para que a integridade seja trabalhada, nosso caráter seja forjado. Em Gálatas 4. 19 Paulo expressa: “Meus filhos novamente estou sofrendo dores de parto por sua causa, até que Cristo seja formado em vocês”.

2. Tenho percebido uma substituição do grupo pequeno por grupo de estudo bíblico. O que você acha disso?

É necessário deixar claro a diferença que há entre eles. Os dois têm o seu valor. No entanto, o grupo pequeno focaliza relacionamento, cuidado. O grupo de estudo focaliza a informação. É importante trabalhar de modo equilibrado. O grupo pequeno não deve suprimir a Bíblia, pois empobreceria o encontro. Agora, dirigir o grupo como estudo bíblico no modelo professor-aluno descaracteriza a proposta do grupo pequeno. A orientação para cada líder é que ele facilite um ambiente onde haja o compartilhar, a oração e um conteúdo a ser transmitido. Quando os primeiros cristãos se reuniam se dedicavam ao ensino dos apóstolos também.

3. Que relação existe entre grupo pequeno e saúde emocional?

O ser humano é dividido em três partes diria um tricotomista: Corpo, espírito e alma. Um dicotomista diria que é constituído de duas partes: corpo, alma e espírito. Já um unicista defenderia a impossibilidade de dividir o ser humano alegando a integralidade. Embora existam posições diferentes podemos perceber que as emoções não são ignoradas por nenhuma das três linhas apresentadas. No Evangelho de João no capítulo 15 podemos ler a respeito do relacionamento que há entre Deus (o agricultor), Jesus (a videira) e os seus discípulos (os ramos). Os ramos são saudáveis à medida que permitem a podadura. No grupo pequeno através da prestação de contas somos tratados, admitindo a necessidade de mudanças em nossa vida, somos encorajados a refletir sobre nós mesmos, sobre o próximo e sobre o relacionamento com Deus. Isso não exclui a possibilidade de sermos trabalhados por psicólogos ou médicos.

4. Qual a contribuição dos grupos pequenos para o crescimento de uma igreja?

Nancy Dusilek em seu livro liderança cristã escreve: “Na liderança cristã servimos a Cristo como líder das suas ovelhas. Quando rebanho é pequeno, o pastor conta com o auxílio de uma ovelha que conduz as demais. Quando ele é maior, os pastores, comumente, usam cães para liderar, por causa de sua fidelidade e cuidado. Nunca se viu um bom cão pastor agredir as ovelhas”. Quando o rebanho cresce se multiplica o pastor não tem condições de acompanhar, cuidar de cada ovelha sozinho. Líderes de grupo pequeno são extremamente importantes para cuidar das pessoas a fim de que não se dispersem tornando-se vulneráveis ao ataque ou a queda. E mesmo que isso venha acontecer eles poderão solicitar apoio.
Não existe crescimento saudável sem pastoreio. Quando me refiro a crescimento não penso apenas em números, a reprodução é conseqüência da saúde.

5. Existe hoje uma pequena quantidade de discipuladores para a formação dos grupos pequenos. Você acha que é mesmo por falta de tempo?

Responderei essa pergunta em três etapas.
1) Em Mateus 9. 35 – 38 está escrito: “Jesus ia passando por todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças. Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor. Então disse aos seus discípulos: a colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para a sua colheita”. Essa defasagem não é de hoje.

2) Em Mateus 28. 19 “Vão e façam discípulos...”. Cuidar de pessoas exige responsabilidade, maturidade e vida. O apóstolo Paulo escrevendo aos Tessalonicenses usou as seguintes palavras “De fato vocês se tornaram imitadores nossos e do Senhor”. I Ts. 1. 6.

3) O apóstolo Pedro escreve aos presbíteros: “Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados olhem por ele não por obrigação, mas de livre vontade como Deus quer. Não façam isso por ganância, mas com desejo de servir”. I Pe. 5. 2. A motivação correta é um coração agradecido por tudo que Jesus fez por nós.


Pr Reidson Mesquita de Andrade
Ordenado ao Ministério Pastoral em 24 de novembro de 1999. Atual Vice-moderador, líder do Ministério de Pequenos Grupos e Ministério Administrativo da Primeira Batista do Recife.